O inverso;
Sinto seu beijo, aonde ninguem sente
Toco naquilo que ninguem toca
Brinco com que não é brinquedo
Me corto sem me machucar
Olho para o espelho, mas não consigo me ver
Lavo minha mãos, sem me molhar
Entro em um lugar, que não existe
Sou eu sem você que nada, consegue me ver.
Escrito por: Lucas Roberto.
domingo, 21 de fevereiro de 2010
sábado, 20 de fevereiro de 2010
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Minha mãe estava arrumando tudo, ela montava a árvore de Natal, no meio da sala de star, uma grande árvore, bonita e bem verdinha, ela já estava deixando pronta essa árvore para o dia seguinte, meus irmãos ajudavam ela com a preparação de tudo. Fui para o porão da minha casa, eu nunca havia entrado lá, apezar era a minha casa nova, teria me mudado a 1 mês atrás, estava na parte de conhece-la melhor. Fui subindo as escadas lentamente sem que minha família percebesse que eu estava indo para o porão. Nossa quantos quadros, me assustei, em todos os quadros tinha uma papai noel, estranho não ? O mais estranho ainda é que em todas as crianças tinha um pingo de sangue, e sempre o Noel estava sempre com a mesma cara, ele não sorria, era sério. Minha mãe dizia para nunca entrar no porão, pois ali tinha algo maligno e ruim, mas eu sou teimoso e fui atrás, tinha bastante albuns mas todos com fotos de Natal. E por incrível que pareça todas as fotos com sangue. Algo desliza sobre meu ombro, rapidamente olho para trás, não havistei nada, apenas um vootu, sai correndo e fui para sala.
Hoje é Natal, todos acordaram felizes da vida, minha família, amigos, todos iriam vir a minha casa passar o Natal e se divertir a bessa. Meu primos pequenos chegaram, minhas tias, meus tios, sobrinhos, e várias pessoas. Minha casa lotou, eu comecei a sentir que esfriou do nada, meu corpo ficou muito branco. Quem seria o Papai Noel daquela noite ? Minha mãe contratou o mesmo cara que as outras pessoas que moravam alí, contrataram, mas eles haviam sumido, e assim tomamos posse dessa casa.
Chegou o papai Noel, várias cartas em volta da árvore de Natal, ele começou a ler e foi chamando por nome, as crianças iam sentavam no colo dele. Eu fiquei observando aquele cena, quando vejo ele tira uma faca de dentro de sua barba e mata as crianças minutos depois de seus pais tirarem as fotos, assim ele fazia isso com todas as crianças que pediam presentes, e depois tirava o seu coração e colocava dentro de um saco e embrulhava para presente, e dava aos pais. As crianças eram sempre mortas escondidas, dentro de um quarto aonde ele levava para dar o presente.
Meu tiu recebi um embrulho, ele rapidamente abri, muito feliz, por ter ganho um presente, quando ele vêe ele recebe um coração, esse coração é de seu filho. Ele começou a ficar com as pernas bambas e correu procurando meu primo, eu tinha visto toda a cena da morte dele. Fui contar a minha familia, quando eu vejo, minha familia toda já sabia daquilo tudo, e eram um daqueles, pegaram a faca e amiraram sobre mim, sai correndo, tropecei em uma escrivaninha, quando dei de cara com um apagão, essa é minha morte!
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
Livro do Gabriel - Ano novo terrorizante.
Eu observava e cada vez que eu á observava parecia que uma lágrima do seu rosto fosse cair, como uma tremenda chuva em excesso. Talvez se eu estivesse conversado com ela, poderia ser diferente, dos dois pontos de vista. O calor rapidamente tomava conta do meu próprio corpo, ficava fraco cada vez mais, era como se o sol estivesse se aproximado da terra, e que somos a carne e o sol o fogo, assim ficariamos assados.
- Cade meu vestido branco - Raquel perguntava aflita. Faltava um dia para o ano novo, praticamente todos teriam deixado para arrumar suas roupas hoje. Teria uma comemoração na frente do meu apartamento na areia da praia, ao lado de um cemitério chamado Morte Eterna.
Derrepente bate uma forte dor de cabeça e ao mesmo tempo um chero forte de sangue, vou seguindo esse cheiro, entro em um banheiro público e havia varias pessoas mortas, na privada, armários, pias, e nas vidreças uma simples mensagem: HELP! Me sentia seguro diante daqueles corpos falecidos e inquietos, os bichinhos os comiam cada vez mais, deixando apenas suas unhas e cabelos. Começa a tocar uma música, aquela música, que eu ouvia quando minha mãe se batia com o meu pai, e quando teve a morte dos dois. Entro em desespero e começo tentar a achar a saída daquele banheiro, é grande demais, me deixando completamente confuso, e além disso começou a embaçar minha vista, pronto agora eu desmaiu aqui. Justo aqui. Vou apoiando em pilares até que eu consigo achar a saída, e aquela música continuava a me atormentar.
A turminha toda estava comprando suas roupas branca, mas por que se usa roupa branco no ano novo ? Deve ser para ter paz no mundo! Não acredito nesses negócios de cores que significam algo, pra mim qualquer cor é normal. To com uma ultra vontade de ir ao ano novo de roupa preta, talvez eu séria o único a ser olhado e mau falado. Não.. eu vou todo de branco.
Estou aqui no cemitério procurando roupas brancas, vou abrindo todos os tumulos, até achar uma roupa branca para eu usar no ano novo! Consegui as roupas para festa, roubei todas dos mortos, dizem que eles podem se encorporarem a mim, assim deixando eu possuído.
Eu não acreditava em nada, e não queria saber de comentario algum. Começou a escurecer e todos foi entrando para suas devidas residências, eu fiquei solto sobre um pilastre em frente a uma igreja. Ataquei milagres de pedras em um riu, até então fecho uma mão sobre a margem desse riu, corro até essa margem, e essa mão some, novamente ataco a pedrinha, essa mão sobre correndo e rapidamente eu á puxo! Era uma bela garota, ela estava se afogando, resgatei ela e levei para minha casa, aonde ela irá dormir e passar o ano novo no dia seguinte.
Horas se passam rapidamente, estou deitado sobre a cama, não consigo dormir algo me pertuba, ouço vozes e vejo sangue em qualquer lugar que eu olho, eu não uso drogas. Aquela bela garota dormia como um anjo, ela nem se quer fazia um barulho, tinha uma cara de inocente. Peguei no sono...
Acordei a garota lentamente para avisa-la que terá o ano novo hoje, aonde comemoraremos o ano novo, ela acordou rapidamente e foi ao banheiro, ela não falou nada, nenhuma palavra, acordou e foi em direção ao banheiro. To achando estranho, mas continuarei quieto, observo o relógio, as batuladas dele, esperando a garota sair do banheiro. Ouço um grito agudo e que vinha daquele banheiro. Imediatamente, corro em direção do banheiro, arrombo a porta e vejo ela toda de branco, mas ela não entrou com roupa alguma no banheiro, como ela se trocou ? E nesse vestido tinha maos de sangue, e seus olhos estavam borrados e manchados com o lapís de olho, e se encontrava jogada em um canto dentro do box do banheiro. Ela estava fraca ajudei a levanta-la, ela não me disse se quer uma palavra do que aconteceu naquele momento. Eu não abri minha boca, e levei ela novamente ao meu quarto.
Pronto todos aqui de branco, esperando para contar a contagem regressiva, todos animados e rindo, eu normal observando todos, na minha cabeça se passava tudo em câmera lenta, cada passo de cada pessoa. Todos começam a gritar 10, 9, 8, 7, 6, 5, 4, 3, 2, no 2 a garota segura na minha mão e prensando sua perna na minha, 1, 0. Todos dão um belo grito e os fogos começam a ser soltos, e todos alí perto dos fogos começam a observar, os fogos começam a se voltar contra o público, fazendo queimar um monte de pessoas alí, todos saí pegando fogo e gritando de dor, queimaduras altas, e depois de correr com o fogo em seus corpos começam a cair sobre o chão. Último fogos, todos estavam mortos no chão, estava só eu e a garota. E adivinha quem estava ao meu lado ? A morte, eu estava ao lado da morte, de trás de seu vestido tira uma faca, amirando em meu pescoço, joga! Comecei a sangrar demais, e cai sobre o chão. E todos morreram em um pequeno ano novo, que virou um aterrorizante ano novo!
Feito por: Lucas Roberto.
- Cade meu vestido branco - Raquel perguntava aflita. Faltava um dia para o ano novo, praticamente todos teriam deixado para arrumar suas roupas hoje. Teria uma comemoração na frente do meu apartamento na areia da praia, ao lado de um cemitério chamado Morte Eterna.
Derrepente bate uma forte dor de cabeça e ao mesmo tempo um chero forte de sangue, vou seguindo esse cheiro, entro em um banheiro público e havia varias pessoas mortas, na privada, armários, pias, e nas vidreças uma simples mensagem: HELP! Me sentia seguro diante daqueles corpos falecidos e inquietos, os bichinhos os comiam cada vez mais, deixando apenas suas unhas e cabelos. Começa a tocar uma música, aquela música, que eu ouvia quando minha mãe se batia com o meu pai, e quando teve a morte dos dois. Entro em desespero e começo tentar a achar a saída daquele banheiro, é grande demais, me deixando completamente confuso, e além disso começou a embaçar minha vista, pronto agora eu desmaiu aqui. Justo aqui. Vou apoiando em pilares até que eu consigo achar a saída, e aquela música continuava a me atormentar.
A turminha toda estava comprando suas roupas branca, mas por que se usa roupa branco no ano novo ? Deve ser para ter paz no mundo! Não acredito nesses negócios de cores que significam algo, pra mim qualquer cor é normal. To com uma ultra vontade de ir ao ano novo de roupa preta, talvez eu séria o único a ser olhado e mau falado. Não.. eu vou todo de branco.
Estou aqui no cemitério procurando roupas brancas, vou abrindo todos os tumulos, até achar uma roupa branca para eu usar no ano novo! Consegui as roupas para festa, roubei todas dos mortos, dizem que eles podem se encorporarem a mim, assim deixando eu possuído.
Eu não acreditava em nada, e não queria saber de comentario algum. Começou a escurecer e todos foi entrando para suas devidas residências, eu fiquei solto sobre um pilastre em frente a uma igreja. Ataquei milagres de pedras em um riu, até então fecho uma mão sobre a margem desse riu, corro até essa margem, e essa mão some, novamente ataco a pedrinha, essa mão sobre correndo e rapidamente eu á puxo! Era uma bela garota, ela estava se afogando, resgatei ela e levei para minha casa, aonde ela irá dormir e passar o ano novo no dia seguinte.
Horas se passam rapidamente, estou deitado sobre a cama, não consigo dormir algo me pertuba, ouço vozes e vejo sangue em qualquer lugar que eu olho, eu não uso drogas. Aquela bela garota dormia como um anjo, ela nem se quer fazia um barulho, tinha uma cara de inocente. Peguei no sono...
Acordei a garota lentamente para avisa-la que terá o ano novo hoje, aonde comemoraremos o ano novo, ela acordou rapidamente e foi ao banheiro, ela não falou nada, nenhuma palavra, acordou e foi em direção ao banheiro. To achando estranho, mas continuarei quieto, observo o relógio, as batuladas dele, esperando a garota sair do banheiro. Ouço um grito agudo e que vinha daquele banheiro. Imediatamente, corro em direção do banheiro, arrombo a porta e vejo ela toda de branco, mas ela não entrou com roupa alguma no banheiro, como ela se trocou ? E nesse vestido tinha maos de sangue, e seus olhos estavam borrados e manchados com o lapís de olho, e se encontrava jogada em um canto dentro do box do banheiro. Ela estava fraca ajudei a levanta-la, ela não me disse se quer uma palavra do que aconteceu naquele momento. Eu não abri minha boca, e levei ela novamente ao meu quarto.
Pronto todos aqui de branco, esperando para contar a contagem regressiva, todos animados e rindo, eu normal observando todos, na minha cabeça se passava tudo em câmera lenta, cada passo de cada pessoa. Todos começam a gritar 10, 9, 8, 7, 6, 5, 4, 3, 2, no 2 a garota segura na minha mão e prensando sua perna na minha, 1, 0. Todos dão um belo grito e os fogos começam a ser soltos, e todos alí perto dos fogos começam a observar, os fogos começam a se voltar contra o público, fazendo queimar um monte de pessoas alí, todos saí pegando fogo e gritando de dor, queimaduras altas, e depois de correr com o fogo em seus corpos começam a cair sobre o chão. Último fogos, todos estavam mortos no chão, estava só eu e a garota. E adivinha quem estava ao meu lado ? A morte, eu estava ao lado da morte, de trás de seu vestido tira uma faca, amirando em meu pescoço, joga! Comecei a sangrar demais, e cai sobre o chão. E todos morreram em um pequeno ano novo, que virou um aterrorizante ano novo!
Feito por: Lucas Roberto.
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